O Monumento do Ipiranga ou Monumento à independência do Brasil, de autoria do italiano Ettore Ximenez, faz parte do patrimônio histórico nacional, e está situada na cidade de São Paulo. A sua construção iniciou-se em 1884, e foi concluída em 1926. Em sua cripta está instalada a Capela Imperial, onde repousam os restos mortais de D. Pedro I, de sua primeira esposa D. Leopoldina e também de sua segunda esposa Amélia de

Leuchtenberg.  Com o Monumento da Independência   completou-se  o conjunto arquitetônico do Parque do Ipiranga. O Parque abriga o Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga e a Casa do Grito, além do

Monumento à Independência.   A  Independência  do  Brasil  é  dada  a  sua emancipação política do reino de Portugal, no início do século XIX. Oficialmente, a data adotada é 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado "Grito do Ipiranga". Segundo a história oficial, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro, bradou perante a sua comitiva: "Independência ou Morte!".
 

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CÂMBIO DO DOLAR
 
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ACHEI A CASA DO PEIXE.
Quando viajo gosto de descobrir as particularidades de cada lugar que visito. Viajando por Florianópolis – SC, estava tentando conhecer as mais de 100 praias existentes e aproveitei pra também conhecer um pouco do Continente.
Fui conhecer o Balneário de São Miguel, praia da moda na década de 70, uma prainha pacata
, deonde você pode ver a ilha de Florianópolis enquanto admira a natureza ao redor.
Aproveitei para visitar o Museu Etnográfico datado do século XIX, fui conhecer a Igreja de São Miguel, fundada em 1751, a qual teve seus sinos doado pelo imperador D. Pedro II em 1845, quando visitava Santa Catarina e o antigo Aqueduto que foi usado para abastecer os navios que ali atracavam. Nos três pontos que passei sempre via uma mesma casa, de tom alaranjado, com um “buraco-moldura” de um peixe na parede, a casa fica de frente
pro mar, e os pontos turísticos ficam por trás. Não resisti a curiosidade, e resolvir ver de perto que casa era essa com um “buraco” de um peixe na parede. Chegando perto percebi se tratar de um restaurante, simples, aconchegante, bem iluminado, todo aberto, de frente para o mar, com uma vista para a ilha maravilhosa. Resolvi ficar depois de conversar com a pessoa que me atendeu e que na verdade era a dona do restaurante, Carla Wolff. As mesas são feitas com madeira de demolição, dando um toque especial ao lugar. No teto, esteira de palha, feita pelos proprios indios da região, e não para minha surpresa de dentro do restaurante atraves do buraco do peixe, eu via a igreja, o museu e o antigo aqueduto. O restaurante inovou com um aperitivo delicioso, o Rolinho Casa do Peixe, feito com a massa fina e crocante do rolinho primavera (rolinho de restaurante chinês), mas o recheio é um creme de camarão com pedaços de camarão...Delicioso! Comi também um prato
tipico da região, o Aqueduto, com peixe, camarão e mariscos, empanados, grelhados e cozidos. Delicioso! Todos os pratos vem com enfeites comestiveis tornando-o ainda mais apetitoso. A construção, planejada para interagir o restaurante com a natureza local, fazendo com que a pessoa fique mais relaxada e com sensação de estar em casa. Os clientes são recebidos com um
sorriso da dona, que que mais uma vez faz você se sentir em casa. Eles usam ingredientes orgânicos, sal marinho e fazem questão de avisar ao cliente, demostrando não só a preocupação com a qualidade dos ingredientes mas também com o meio ambiente.  O nome... mais que óbvio: Casa do Peixe.
Para informações, dicas ou mesmo contratar o Chef Gabriel para seu evento entre  em contato com: gabriel@obrasilerinho.com.